Estamos realmente nos tornando um pais de obesos

Os efeitos nocivos da obesidade e sobrepeso sobre nossa saúde são incontáveis.

Falta de disposição, aumento do risco de doenças cardiovasculares, vários tipos de câncer, diabetes, alguns estudos sugerem que até a memória é afetada.

Um corpo com excesso de gordura acumulada é um corpo que tem altos níveis de substâncias inflamatórias e com perfil de gordura no sangue, triglicerídeos e colesterol desregulados.

Está mais que esclarecido que somos naturalmente seres ativos, que precisam de atividade física e de uma alimentação rica em nutrientes de qualidade para manter a saúde equilibrada.

Mas hoje vamos falar sobre como os níveis de sobrepeso vem apresentando um crescimento alarmante.

De acordo com pesquisa encomendada pelo Ministério da Saúde, entre 2006 e 2016 a população obesa aumentou 60%, pulando de 11,8% para 18,9%. O Excesso de peso subiu de 42,6% para 53,8% no mesmo período. Esta pesquisa foi feita com amostragem de 53 mil pessoas em capitais brasileiras.

Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE em 2013, no estado de São Paulo mais de 60% da população está acima do peso, com um índice de obesidade de 24,2%. Ou seja. Acima da média nacional.

As causas para esse grande aumento nos níveis de obesidade são:

Alimentação.
Segundo a mesma pesquisa do IBGE divulgada em 2013, apenas 1 em cada 3 adultos consome frutas e hortaliças pelo menos 5 vezes por semana.
Refeições ricas em calorias provenientes de gorduras e açucares são uma das principais causas do aumento da obesidade. Além da alta quantidade de calorias, existe a falta de nutrientes fundamentais para a manutenção da saúde, como as vitaminas que falamos no ultimo post.

Nível de atividade física.
Apesar de uma popularização da atividade física sistematizada, os níveis de atividade física da em geral ainda são críticos.
Segundo pesquisa feita em 2015 pela PNAD 62,1% dos brasileiros com mais de 15 anos não praticam nenhuma atividade física ou esporte.
De acordo com a mesma pesquisa apenas 16% dos pesquisados frequentam academias de ginástica.

Estresse.
Mais um grande vilão nos níveis de obesidade da população. Além de aumentar hormônios como o cortisol, o estresse faz com que as pessoas procurem um alívio rápido para suas angustias na alimentação rica em açucares e gorduras, e apesar da atividade física ser muito importante para controlar os níveis de estresse, existe uma grande rejeição quando se pensa em deixar de lado o sofá e a tv para criar o hábito de se exercitar.  

Falta de sono adequado.
Os hábitos de sono inadequado causam alterações nos níveis normais de hormônios como a endorfina, serotonina, testosterona e cortisol. Todos relacionados com o perfil de massa corporal.

Apesar disso tudo, as opções para quem está buscando uma melhora na qualidade de vida não param de surgir. Opções de alimentação prática e saudável já são encontradas com mais facilidade e sempre podemos encontrar uma opção para prática de atividade física como centros esportivos, grupos de ciclismo, academias, crossfit, pilates, enfim, é uma questão de encontrar a que cada um de nós tem mais afinidade.

Saiba mais sobre obesidade e suas implicações e riscos. Visite o site da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica http://www.abeso.org.br.

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